
A razão entre oferta em lucro e em prejuízo dos detentores de curto prazo divide a quantidade de BTC da oferta de curto prazo em lucro pela quantidade em prejuízo, usando a convenção de coorte de cerca de 155 dias. É uma razão sem unidade entre quantidades de moedas, não entre ganhos e perdas em dólares.
Acima de 1, há mais BTC recente em lucro do que em prejuízo; abaixo de 1, a oferta no prejuízo é maior. A série caiu para cerca de 0,00099 em 12 de junho de 2022 e chegou a 6.925,8 em 15 de dezembro de 2024. Esses extremos mostram que a oferta recente pode oscilar entre estar quase toda no prejuízo e estar predominantemente no lucro.
Um denominador de perdas quase vazio pode produzir razões enormes: a máxima registrada supera 26 milhões. Um denominador exatamente igual a zero torna a divisão indefinida, então observações ausentes não devem ser interpretadas como lucro zero. O envelhecimento das moedas, os gastos e as redefinições de custo também alteram a coorte; a razão nada diz sobre a magnitude dos ganhos ou perdas individuais.
O denominador é o BTC em prejuízo. Se quase nenhum BTC recente está abaixo do custo, até um saldo comum em lucro dividido por essa quantidade mínima gera uma leitura enorme; não é um percentual.
Quantidades iguais de BTC na coorte de curto prazo estão em lucro e em prejuízo. Isso não significa ganhos e perdas iguais em dólares nem que o custo médio da coorte seja igual ao preço.
A primeira observação finita fornecida é de 19 de julho de 2010, embora o intervalo geral de datas do conjunto de dados comece em 2009. Uma razão exige um denominador de perdas utilizável, então a página não deve sugerir que há leituras válidas em todo o intervalo anterior.