
Endereços em prejuízo conta os endereços de Bitcoin com saldo cujo custo estimado de aquisição está acima do preço atual do BTC. O custo é inferido a partir dos preços das últimas movimentações on-chain das moedas; cada endereço qualificado conta uma vez, independentemente do saldo ou do tamanho do prejuízo.
Uma contagem em alta significa que os prejuízos não realizados estão se espalhando por mais endereços; uma contagem em queda significa que menos endereços estão abaixo do custo, por recuperação do preço, transferências ou mudanças nas bases de custo. O recorde foi de cerca de 21,89 milhões em 21 de novembro de 2022, quando o BTC estava em cerca de $16.291. A contagem estava em cerca de 11,38 milhões em 17 de outubro de 2026, acima dos 6,09 milhões registrados um ano antes, mas abaixo daquele extremo de 2022.
Isso mede o número de endereços afetados, não o BTC ou os dólares perdidos. O crescimento da rede torna as contagens absolutas menos comparáveis entre ciclos, e transferências on-chain aproximam o custo de aquisição sem comprovar uma compra real. Um investidor pode controlar muitos endereços em prejuízo, e negócios sob custódia podem não alterar os custos on-chain.
Endereços em prejuízo atribui uma unidade a cada endereço qualificado. A oferta em prejuízo soma o BTC abaixo do custo, então um endereço pequeno e um grande custodiante têm pesos muito diferentes nas duas medidas.
Não. São prejuízos no papel em relação aos custos on-chain estimados enquanto os saldos continuam mantidos. A contagem não mostra se as moedas foram vendidas nem o tamanho de um prejuízo realizado.
A máxima registrada é de cerca de 21,89 milhões de endereços em 21 de novembro de 2022, com o BTC perto de $16.291. É um recorde de contagem absoluta, não uma prova de que o maior percentual de detentores estava no prejuízo.