
O volume de transferência dos detentores de longo prazo em lucro ajustado por entidade totaliza o BTC movido diariamente da coorte de longo prazo para outras entidades a um preço acima do custo estimado de aquisição. Transferências identificadas dentro do mesmo proprietário são removidas, e a coorte é separada das posições recentes pelo limite de retenção em torno de 155 dias.
Um volume maior significa que mais moedas antigas com ganhos acumulados estão circulando, potencialmente aumentando a distribuição em lucro. O total diário chegou a cerca de 144.200 BTC em 28 de dezembro de 2020; leituras baixas indicam movimentação limitada de posições antigas em lucro. Compare o volume com o total da coorte para distinguir atividade generalizada de uma mudança na composição entre lucro e prejuízo.
Uma quantidade grande de BTC não revela o ganho percentual nem comprova realização de lucro em uma negociação. A máxima histórica ocorreu em 29 de julho de 2019, ilustrando por que um pico de transferências, sozinho, não localiza um topo de mercado. O agrupamento por controle dos endereços, as mudanças de custódia e os custos estimados afetam o resultado.
Sim. Moedas adquiridas a um custo suficientemente baixo podem continuar em lucro mesmo após uma grande queda de preço. A métrica compara o preço da transferência com o custo estimado, não com a máxima mais recente do mercado.
Não necessariamente. Muitos BTC movidos pouco acima do custo podem gerar menos lucro do que uma quantidade menor movida muito acima do custo. Esta série mede a quantidade transferida, não o ganho.
O recorde diário é de aproximadamente 196.627 BTC em 29 de julho de 2019. Ele registra transferências em lucro entre entidades, sem identificar uma venda executada para cada moeda.