Retornos de BTC

 
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Retornos mensais

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Comparativo de moedas30 principais criptos · Cotado em dólar

  • Mediana históricaMediana histórica
  • % de alta% de alta
  • 20262026
QuedaEstávelAltaMediana histórica de cada moeda em cada mêsClique no cabeçalho para ordenar · na linha para trocar a moeda acima
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TrajetóriasBTC · desde 1º de janeiro · escala log

  • Anos sobrepostosAnos sobrepostos
  • Ciclos de halvingCiclos de halving

Hoje na história

 
AnoFechamento do dia7 dias depois30 dias depois

Aportes recorrentes (DCA)BTC · em dólar · compra no fechamento UTC

  • SemanalSemanal
  • MensalMensal
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Perguntas frequentes

Como ler o mapa de calor de retornos (Returns Heatmap), como são calculados o retorno histórico, a sazonalidade e a % de alta, e de onde vêm os dados.

O que é o mapa de calor de retornos (Returns Heatmap)

O mapa de calor de retornos (Returns Heatmap, também chamado de tabela de rentabilidade histórica) organiza numa tabela a variação de uma cripto por dia, semana, mês e trimestre. Na visão mensal, os meses ficam nas colunas e os anos nas linhas, e cada célula é a variação do fechamento do último dia do mês anterior até o fechamento do último dia do mês. Verde é alta e vermelho é queda; a paleta padrão “Clássico” só separa alta e queda, e nas paletas com tons, quanto mais forte a cor, maior o movimento.

Lendo uma coluna de cima a baixo, você vê o mesmo mês em anos diferentes, que é a sazonalidade (seasonality) do Bitcoin ou de qualquer outra moeda. Embaixo, a coluna vira cinco números: “Média”, “Mediana”, “% de alta”, “Melhor” e “Pior”. A % de alta, também chamada de win rate ou taxa de acerto, é a parcela de anos em que o mês fechou no positivo.

Lendo uma linha, você vê como aquele ano andou, e a última célula à direita é a variação do ano inteiro. Comparando o ano atual com o mesmo trecho dos anos anteriores, dá para ver se agora o mercado se parece com um ano forte ou com um ano fraco.

Um exemplo: entre 2013 e 2025, o BTC fechou em alta em 10 dos 13 meses de outubro, com mediana de +14,6%, e daí vem o apelido “Uptober”. Mas outubro de 2014 caiu 13,6% e outubro de 2025 caiu 3,95%: probabilidade alta não garante alta neste ano.

set.out.nov.dez.202420252026Mediana% de alta+7.35%+10.95%+37.32%−3.17%+5.35%−3.95%−17.50%−3.19%+6.35%−2.00%−3.16%+14.60%+8.82%−3.19%38%77%62%38%Tracejado: mês em abertoSegue o preço; não contaOut.: 13 anos10 altas ≈ 77%BTC, cotado em dólar, estatísticas 2013–2025, fechamento 00:00 UTC
Cada coluna mostra a sazonalidade: outubro tem a maior mediana e a maior % de alta; setembro e dezembro fecharam em alta em só 38% dos anos.

Como ler

Como ler o mapa de calor de retornos?

Na visão mensal, os meses ficam nas colunas e os anos nas linhas, e cada célula é a variação do mês: verde é alta, vermelho é queda e, nas paletas com tons, quanto mais forte a cor, maior o movimento. Leia primeiro uma coluna para achar a sazonalidade, depois uma linha para ver o ritmo do ano e, por fim, as cinco linhas de resumo embaixo: “Média”, “Mediana”, “% de alta”, “Melhor” e “Pior”.

Passe o mouse sobre uma célula para ver o preço inicial e o final, a máxima e a mínima do período e a posição no ranking do mesmo mês. Clique nela e o painel da direita desenha a trajetória diária do período, com o mesmo mês dos anos anteriores e a mediana histórica sobrepostos para comparar.

Como é calculado o retorno mensal?

É fechamento contra fechamento: o fechamento do último dia do mês dividido pelo fechamento do último dia do mês anterior, menos 1. Dia, semana, trimestre e ano usam a mesma conta, só mudam as datas, e a semana vai de segunda a domingo (semana ISO). Todos os períodos viram o dia às 00:00 UTC.

Por exemplo, o retorno mensal do Bitcoin em novembro de 2024 vai do fechamento de 31 de outubro ao fechamento de 30 de novembro: alta de 37,32%. Cada site vira o dia num horário diferente, então o mesmo mês pode variar alguns décimos de ponto percentual de um site para outro.

Por que a célula do mês atual é tracejada?

A borda tracejada indica que o período ainda não fechou: o número é a variação do último fechamento até o preço atual e muda junto com o mercado. Em 16 de outubro, a célula de outubro cobre só metade do mês, por isso fica fora das estatísticas de baixo e só entra na conta depois do fechamento do mês.

A célula com um pequeno triângulo no canto superior esquerdo é o “Período de listagem”: a moeda começou a ter dados no meio do período, a conta parte do fechamento do primeiro dia e essa célula também fica fora das estatísticas.

O que significam as cores do mapa de calor?

A paleta padrão, “Clássico”, só mostra a direção: alta em verde, queda em vermelho, e as linhas de média e mediana em cinza, para ver de relance quais meses fecharam no positivo. O botão “Cores”, no canto superior direito da tabela, troca para as quatro paletas com tons, “Esmeralda”, “Sal marinho”, “Corretora” e “Suave”, todas com verde para alta e vermelho para queda; as imagens de “Compartilhar” seguem a paleta escolhida.

Nas paletas com tons, alta e queda têm 5 tons cada. A cor máxima depende da volatilidade da própria moeda naquele período: é o percentil 90 da variação absoluta de todas as células já fechadas, e a cor escurece um tom quando a variação passa de 15%, 35%, 60% e 85% desse valor. As pontas da legenda mostram a variação da cor máxima. Comparar cores entre moedas não faz sentido; compare os números.

O que são a mediana e a % de alta?

A “% de alta” (win rate) é o número de anos em que a coluna fechou em alta dividido pelo total de anos. A “Mediana” é o valor do meio quando a coluna é ordenada do menor para o maior. A média é fácil de distorcer: o BTC subiu 450% em novembro de 2013, o que puxa a média de novembro para +41,3%, enquanto a mediana fica em só +8,8%.

Para ler sazonalidade, olhe primeiro a mediana e a % de alta e use a média como referência. A amostra tem pouco mais de uma dezena de anos: um ano a mais ou a menos já muda a probabilidade em vários pontos percentuais.

Ferramentas

O que significa “Cotado em BTC”?

O preço da moeda é dividido pelo preço do BTC no mesmo dia, para ver se ela ganha ou perde do BTC. Um retorno mensal positivo cotado em BTC quer dizer que, naquele mês, a moeda subiu mais ou caiu menos que o BTC.

Muita gente usa isso para identificar a altseason (temporada de altcoins): quando a maioria das principais moedas sobe cotada em BTC, o dinheiro está girando para as altcoins. Com o próprio BTC selecionado, só existe a cotação em dólar, e o gráfico de ciclos de halving também é só em dólar.

Como ler o comparativo de moedas?

Cada linha é uma moeda e cada coluna é um mês. No topo há três métricas: “Mediana histórica” mostra quanto cada moeda costuma subir naquele mês, “% de alta” mostra a parcela de anos em que o mês fechou em alta e “2026” mostra a variação real de cada mês de 2026.

Clique no cabeçalho de uma coluna para ordenar; por padrão, a tabela vem ordenada pelo mês atual, então dá para ver direto quais moedas têm o outubro historicamente mais forte. Clique em qualquer linha e o mapa de calor e as estatísticas acima passam para aquela moeda. Quanto menos anos aparecem sob o nome, menos confiável é a estatística.

Como funciona o backtest de aportes recorrentes (DCA)?

DCA (Dollar-Cost Averaging), que por aqui também se chama de aportes recorrentes ou de fazer preço médio, é comprar um valor fixo em intervalos fixos. O backtest funciona como uma calculadora de DCA: começa no mês que você escolher, compra no dia 1º de cada mês ou toda segunda-feira pelo fechamento UTC do dia e calcula o total investido, a quantidade acumulada, o valor atual e o preço médio; depois compara com o mesmo total comprado de uma vez no primeiro dia.

Por exemplo, aportando US$ 100 em BTC todo dia 1º desde outubro de 2023, até 16 de outubro de 2026 foram 37 compras e US$ 3.700 investidos, que hoje valem cerca de US$ 4.473, um retorno de +20,9%; o mesmo dinheiro aplicado de uma vez em 1º de outubro de 2023 renderia +192,5%. O backtest não inclui taxas nem slippage e usa o fechamento diário, então o preço real de execução pode ser diferente.

Como compartilhar a imagem do mapa de calor?

Cada bloco tem o botão “Captura” no canto superior direito, e o “Compartilhar” do topo gera o mapa de calor por padrão; a tecla S também abre a janela. Dá para escolher horizontal ou vertical e tema escuro ou claro, e a imagem já traz a moeda, o período, o horário dos dados e o critério das estatísticas, para quem recebe no grupo entender sem explicação.

“Copiar imagem” permite colar direto no chat, e “Salvar imagem” baixa um PNG. Um print comum da tela também serve: o rodapé de cada bloco mostra a moeda, a cotação e o horário dos dados.

Sazonalidade e decisão

Qual é o melhor e o pior mês do Bitcoin?

Pelos retornos mensais de 2013 a 2025, outubro é o mais forte: fechou em alta em 10 de 13 anos, com mediana de +14,6%. Fevereiro vem em seguida, também com 10 anos de alta e mediana de +12,2%. Os mais fracos são agosto e setembro: agosto fechou em alta em só 4 anos, com mediana de −8,5%, e setembro em 5 anos, com mediana de −3,2%.

Por trimestre, o Q4 tem mediana de +47,5%, bem acima dos outros três, mas também caiu em 5 dos 13 anos. Ciclo de halving, juros e fluxo dos ETFs mudam a cada ano, então, para escolher o melhor mês para comprar Bitcoin, a sazonalidade passada serve só como pano de fundo.

O “Uptober” é real?

Pelos dados, outubro é mesmo o mês em que o BTC mais vezes fechou em alta. Uptober junta “up” e “October” e quer dizer que outubro costuma subir. Dos 13 outubros entre 2013 e 2025, 10 fecharam em alta; os que caíram foram 2014, 2018 e 2025.

Depois que o apelido pegou, mais gente passou a se posicionar antes, e o movimento pode se antecipar para setembro. A % de alta mostra uma tendência do passado; a estatística de um único mês não é motivo para abrir uma operação.

Como ler “30 dias depois” e “Hoje na história”?

“Hoje na história” lista o fechamento do mesmo dia nos anos anteriores e a variação 7 e 30 dias depois daquele fechamento. O quarto cartão do topo resume esses anos: nos 30 dias após o fechamento de 16 de outubro, o BTC subiu em 9 de 13 anos, com mediana de +11,3%.

A data muda todo dia: amanhã a conta parte de 17 de outubro. A janela de 30 dias pega dois meses, então não dá para comparar direto com os números da tabela mensal.

Com qual ano o Bitcoin de 2026 se parece?

Até 16 de outubro, com 2015: o desvio médio diário é de 21%, e os dois anos tiveram queda forte no início e lateralização perto das mínimas no meio do ano. A conta compara a trajetória de 1º de janeiro até hoje com o mesmo trecho de cada ano anterior, dia a dia, e tira o desvio médio entre as duas linhas; quanto menor o desvio, mais parecido. No gráfico de trajetórias, a linha grossa é o ano atual, a amarela é o ano mais parecido, a tracejada é a mediana histórica e os outros anos são linhas cinza finas.

Formato parecido não quer dizer que o resto do ano vai repetir: o que aquele ano fez depois é só referência, não previsão. Clique nos anos acima do gráfico para comparar com outro.

Como ler o gráfico de ciclos de halving?

O BTC passa por um halving (também chamado de halvening) mais ou menos a cada quatro anos, quando a recompensa por bloco minerado cai pela metade; os três últimos foram em 9 de julho de 2016, 11 de maio de 2020 e 20 de abril de 2024. Cada linha parte do preço do dia do halving, o eixo horizontal é o número de dias após o halving e o vertical mostra quantas vezes o preço se multiplicou, em escala logarítmica.

Em 16 de outubro, o ciclo atual está no dia 909 após o halving, com o preço a 1,26x o do dia do halving; no mesmo ponto, o ciclo de 2016 estava em 5,89x e o de 2020 em 2,44x. O ciclo de 2016 fez topo no dia 525, em dezembro de 2017. São só três ciclos para comparar, uma amostra pequena.

Dá para operar só com o retorno histórico?

Não é recomendado. A estatística de sazonalidade só responde se o mesmo período subiu mais ou caiu mais nos últimos dez e poucos anos; ela não considera a tendência atual, o fluxo de capital, as notícias nem a liquidez. O BTC fechou outubro em alta em 77% dos anos, e mesmo assim outubro de 2014 caiu 13,6%.

O uso mais seguro é como pano de fundo, junto com os níveis-chave de preço, a tendência do tempo gráfico maior, o open interest e o funding, antes de definir o tamanho da posição e o stop.

Dados e uso

De onde vêm os dados e de quanto em quanto tempo atualizam?

Os preços vêm do mercado spot das principais corretoras: BTC e ETH usam o par em dólar mais antigo, e as demais moedas usam o par em USDT. Os preços atualizam em tempo real, as células em andamento (mês, trimestre e ano atuais) acompanham o preço, e os períodos já fechados não mudam mais.

Todo período fecha às 00:00 UTC, e os horários da página e das imagens também são UTC. Passe o mouse ou clique no selo “Ao vivo” no topo para ver o horário do último preço.

Quais moedas estão disponíveis e por que algumas têm pouco histórico?

O seletor de moedas no topo cobre os principais criptoativos, ordenados pelo open interest agregado, e dá para pesquisar nele.

O tamanho do histórico depende de quando começa o registro de preços da moeda: BTC vai até 2010 e ETH até 2015. O mês de listagem cobre só parte do mês, então é marcado como “Período de listagem” e fica fora das estatísticas.

Como usar a página e os atalhos de teclado?

No topo, escolha a moeda e a cotação; acima do mapa de calor, alterne entre dia, semana, mês e trimestre. Passe o mouse numa célula para ver os detalhes e clique para desenhar a trajetória do período à direita. No teclado, ← → trocam o período, J e K vão para a próxima moeda e para a anterior, / abre a busca de moedas, S abre o compartilhamento e Esc fecha a janela.

A página sempre abre na visão mensal. A moeda faz parte do endereço (por exemplo ?symbol=ETH), então dá para compartilhar o link diretamente; a moeda de cotação, as cores, a ordenação e as configurações de DCA ficam salvas neste navegador para a próxima vez.

Preços spot das principais corretoras, com fechamento às 00:00 UTCPeríodos em andamento acompanham o preço atual e ficam fora das estatísticasDesempenho passado não garante resultado futuro; não é recomendação de investimento
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